26Mai, 2018
“Não é necessário duplicar a Raposo no trecho de Campos de Holambra”, diz DER

“Não é necessário duplicar a Raposo no trecho de Campos de Holambra”, diz DER

Campos de Holambra (SP) – No que depender do superintendente do Departamento de Estradas e Rodagem do Estado de São Paulo (DER-SP), Ricardo Volpi, o trecho da rodovia Raposo Tavares (SP-270) entre o KM 243,5 (antes da Unidade Cooperativa em Paranapanema) até o KM 256 (no Distrito de Campos de Holambra) não será duplicado. Pelo menos é o que informa o ofício recebido nesta semana pelo presidente da ASPIPP, Maurício Swart.

O documento datado em 4 de maio passado é devolutiva de um ofício encaminhado pela ASPIPP, em 27 de fevereiro passado, no qual solicita a atualização de informações da audiência realizada em dezembro do ano passado. Neste encontro, representantes de instituições agroprodutivas do Sudoeste Paulista argumentaram a necessidade da duplicação do trecho, apresentando dados e projeções de crescimento no fluxo de veículos pesados (bi trens) para o escoamento da produção.

Não necessita

A resposta do superintendente do DER se limitou em reproduzir a manifestação da Coordenadoria de Engenharia e Projetos (CEE), pertencente ao órgão, onde “esclarece que o Volume Médio Diário (VDM) é de 5.052 veículos para o trecho [de Campos de Holambra], não apontando a necessidade de duplicação da rodovia no horizonte do projeto e que as intervenções previstas são suficientes para o tráfego local”, conforme afirmado no ofício do DER. Para o projeto, o VDM considerado para a necessidade de duplicação é de pelo menos 7 mil veículos.

Preocupação

O setor produtivo contesta e se preocupa, afinal de contas, a duplicação do trecho é estratégica para melhorar o fluxo de trânsito dos veículos pesados, em face da crescente produção agrícola da região. A previsão é de que sejam movimentados até o final de 2018 aproximadamente 300 mil toneladas de grãos somente neste trecho, representando um fluxo aproximado de 10 mil viagens de caminhões bi trens, sem contar o deslocamento de outros produtos, como frutas, flores e fibras. Outra preocupação é a volta dos caminhões, após o término das obras, que atualmente trafegam por outras rodovias, em fuga das péssimas condições da Raposo.

 

Da Assessoria de Comunicação | ASPIPP

 

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