22Abr, 2020
ASPIPP participa do ‘cluster’ do MAPA que monitora o impacto do Covid-19 na produção de alimentos

ASPIPP participa do ‘cluster’ do MAPA que monitora o impacto do Covid-19 na produção de alimentos

Campos de Holambra (SP) – A diretora executiva da Associação Sudoeste Paulista de Irrigantes e Plantio na Palha (ASPIPP), Priscila Silvério Sleutjes, assumiu um importante papel na representação da agricultura irrigada e da região sudoeste paulista. Como presidente da Câmara Temática de Agricultura Sustentável e Irrigada (CTASI), no âmbito do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), ela vem sendo acionada recorrentemente para oferecer informações e direcionamentos, através de periódicas videoconferências do ‘cluster’ de câmaras setoriais e temáticas, que, por sua vez, atua diretamente no Comitê de Crise do Mapa (CC Agro-Covid19).

A inclusão da engenheira agrônoma neste ‘cluster’, bem como na presidência da CTASI, resulta do trabalho que realiza através da ASPIPP, sempre cumprindo extensa agenda de representação nos mais diversos organismos de fomento de políticas setoriais e nas diferentes esferas de governo. “Um trabalho que realizamos em linha com os diretores da ASPIPP e seus associados, articulando com outras lideranças do setor, sempre buscando aproximar as demandas da agricultura irrigada das políticas públicas”, comenta Priscila.

Altíssima Relevância

A estratégia do Comitê de Crise foi instituída pela ministra Tereza Cristina como mecanismo de monitoramento e proposição de ações para minimização dos impactos da pandemia do novo Coronavírus na produção agrícola e no abastecimento de alimentos à população. Como presidente da CTASI e dentro de uma escala de credibilidade estabelecida pelo comitê, as informações e direcionamentos prestados pela representante da ASPIPP, assim como todos os presidentes de câmaras técnicas, são considerados como “Altíssima”, sendo o mais alto grau de relevância.

Encaminhamentos

Dentre os encaminhamentos já realizados e que, se levado a efeito, devem trazer efeito prático para o setor e também para a população, referem-se a prorrogação, para o ano de 2022, da retirada gradual dos descontos dos benefícios, bem como os benefícios tarifários de energia elétrica para agricultura irrigada e produção de alimentos. “São medidas que, se não consideradas, devem elevar os preços dos alimentos nas prateleiras, vez que a energia elétrica tem grande participação na formação dos custos do produtor rural”, ponderou Priscila.

Além disso, a diretora da ASPIPP vem participando de uma discussão interministerial e que conta com a participação de outras instituições ligadas, iniciada no final do mês de março, que propõem um pacote de medidas que visam a revisitação de dispositivos que geram embaraços ao produtor que precisa de barramentos para reservação de água para e irrigação. “O período de excepcionalidade que vivemos evidenciou a relevância da produção de alimentos, sendo importante que o Poder Público ofereça garantias para que os produtores de alimentos prossigam no cumprimento do seu papel social para a manutenção da saúde e da paz”, finalizou.

Da Assessoria de Comunicação | ASPIPP

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